Arquitetos, engenheiros e engenheiros técnicos estão no terreno a apoiar a avaliação dos prejuízos provocados pela Tempestade Kristin, através de uma Bolsa Técnica que reúne profissionais da Ordem dos Arquitectos, da Ordem dos Engenheiros e da Ordem dos Engenheiros Técnicos.
A iniciativa resulta de um trabalho conjunto entre estas Ordens, a Estrutura de Missão, coordenada por Paulo Fernandes e as Comunidades Intermunicipais, responsáveis pela contratação e distribuição dos técnicos pelos municípios.
O objetivo é claro: garantir uma resposta mais rápida, rigorosa e justa às candidaturas apresentadas pelas populações afetadas.
A avaliação dos pedidos segue critérios técnicos comuns e conta com o apoio de uma ferramenta tecnológica desenvolvida em parceria com a ESRI (líder de mercado global em software de sistema de informações geográficas, inteligência de localização e mapeamento), permitindo uma análise uniforme em todo o território.
As candidaturas até 5.000 euros são analisadas com base documental. Já os pedidos até 10.000 euros incluem também peritagens no local, assegurando uma validação mais aprofundada dos danos.
Uma resposta mais ágil, transparente e tecnicamente sustentada, ao serviço da recuperação das áreas afetadas.
